Tenho tentado estar em todos os lugares ao mesmo tempo...
sacar e receber,
ser narrador e leitor –
onisciente, onipresente...
tenho realmente tentado
executar papel de relevância
visível ou sonora.
Canto um canto o quanto posso
conto um conto.
Espero não copiar ninguém...
e meu cérebro me sabota.
Tudo o que me identifica faz parte de mim,
é parte rara.
Não posso deixar de me ver em tudo que me cerca
e lhes quero reverberar: meras saliências de um mundo comum.
Meias verdades descobertas no tato,
Homens limitados, de contornos usuais,
Estes sim me acalentam,
Por sua triste ternura.
Muito legal! Gostei!
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